Blue Flower

HISTÓRIA DE GOIANIRA

A História de Goianira, em seus 97 anos, é composta de diversos elementos que a conferem um sentido muito especial: resulta do processo histórico constituído pela religiosidade popular de seu povo e as principais fontes disponíveis são: as fotografias, a tradição oral e muitos documentos oficiais (cartoriais, legislativos e de arquivos paroquiais) embora pouca bibliografia seja encontrada.

Entretanto, é nos arquivos eclesiais da secretaria do atual Santuário – Matriz de Campinas (Goiânia-GO) é que se encontra boa parte do registro paroquial referente às famílias que viviam nesta região onde se fundou o antigo Povoado de São Geraldo (1922-1935).

Diante de atividade redentorista, das desobrigas nas roças, que se deram os primeiros contatos dos missionários católicos para o cumprimento do projeto diocesano, de cristianizar a população ainda desassistida pelos sacramentos, nos sertões goianos. Padre Pelágio Sauter, C.Ss.R., foi o pároco mais popular neste oficio juntamente com seus confrades, pois nas santas missões ou giros pelas fazendas, se administravam batismo, confissões, sermões, matrimônios e comunhões.

Ainda em 1910, as primeiras fazendas visitadas em giro paroquial (na atual região de Goianira) foram: Guerreiros, São Domingos e Boa Vista. Foi à primeira incursão de Pe. Pelágio pelo interior de Goiás. Deste fecundo contato aflui importante amizade para com os fazendeiros (Philadelphio Peres, João Gonçalves, João de Assis Pereira José Antônio Gabriel, Joaquim Bento da Costa) destas e outras propriedades, principalmente, no aconselhamento a que regularizasse a posse de suas terras.

Quanto às suas denominações anteriores, a designação oficial de Goianira conduz à compreensão de comarca e município em que era pertencente conforme se tem em dados de arquivo cartorial (03/08/1935): “Povoação e Distrito de São Geraldo, Termo de Campinas da Comarca de Bela Vista, Estado de Goiás”. Já em registros do mesmo ano (23/11/1935) há outra modificação em que Goianira assim é descrita e reconhecida por: “Distrito de São Geraldo de Goyania Capital de Goiyas”.

Quanto às suas denominações anteriores, a designação oficial de Goianira conduz à compreensão de comarca e município em que era pertencente conforme se tem em dados de arquivo cartorial (03/08/1935): “Povoação e Distrito de São Geraldo, Termo de Campinas da Comarca de Bela Vista, Estado de Goiás”. Já em registros do mesmo ano (23/11/1935) há outra modificação em que Goianira assim é descrita e reconhecida por: “Distrito de São Geraldo de Goyania Capital de Goiyas”.

Assim, em contrapartida e como profissão de fé, decidiram doar glebas de terras para a formação do Patrimônio de São Geraldo Magela, de cuja constituição origina-se o frutuoso Povoado do que, por conseguinte, conhecer-se á por Distrito de São Geraldo, agregados ao município de Goiânia pelo decreto estadual Nº 327 de 02/08/1935, até o ano de 1959, quando se torna emancipado e autônomo o município de Goianira (por lei estadual de nº 2.363 de 09/12/1958), a partir de 04 de janeiro daquele ano.

Quanto às suas denominações anteriores, a designação oficial de Goianira conduz à compreensão de comarca e município em que era pertencente conforme se tem em dados de arquivo cartorial (03/08/1935): “Povoação e Distrito de São Geraldo, Termo de Campinas da Comarca de Bela Vista, Estado de Goiás”. Já em registros do mesmo ano (23/11/1935) há outra modificação em que Goianira assim é descrita e reconhecida por: “Distrito de São Geraldo de Goyania Capital de Goiyas”.

Quanto às suas denominações anteriores, a designação oficial de Goianira conduz à compreensão de comarca e município em que era pertencente conforme se tem em dados de arquivo cartorial (03/08/1935): “Povoação e Distrito de São Geraldo, Termo de Campinas da Comarca de Bela Vista, Estado de Goiás”. Já em registros do mesmo ano (23/11/1935) há outra modificação em que Goianira assim é descrita e reconhecida por: “Distrito de São Geraldo de Goyania Capital de Goiyas”.

Novamente, observa-se outra denominação sendo a atual Goianira

, considerada em 07/03/1944: “Vila de Itaim, termo e comarca de Goiânia, Estado de Goiás”. O nome Vila São Geral só é visto em documentos cartoriais até 31/12/43”. Todavia, a denominação Itaitê, mesmo não constada em registro oficiais, nos anos 40, não comprova de tudo sua inexistência, hipoteticamente por ser uma designação de domínio popular que hoje só se encontra no campo da tradição oral das famílias oral das famílias pioneiras.

Retomando o contexto da religiosidade popular, a capela dedicada a São Geraldo é resultado do patrimônio dado pela invocação a este santo e registradas no Livro de Provisões Diocesanos do Bispado de Goiás, em 10 e maio 1922, no lugar denominado Boa Vista (hoje fazenda).

É, portanto anos relatos das crônicas redentoristas de Campinas que data de 06/05/1945 a construção do que seria para os padres campineiros a nova capela de São Geraldo (que para a comunidade local já considerava ser, por suas dimensões arquitetônicas, a Igreja de São Geraldo) hoje Matriz desde 1974 quando a mesma detém sua autonomia eclesiástica sob administração dos Cônegos Regulares da Imaculada Conceição (CRIC).

Porém, a (re) construção de Igreja de São Geraldo contou com a grande adesão popular e demorada empreita, pois, a maioria dos festejos religiosos eram realizados para angariar os poucos recursos, de que se conseguiam, para este fim até sua edificação final em 1949.

Já do ponto de vista político e administrativo, embora Goianira tenha se desmembrado de Goiânia a partir de 04/01/1959, a assistência da capital a seu antigo distrito se fez até 1961. Por este fato, pode-se considerar que o processo de emancipação de Goianira finaliza-se em 1968, quando por decreto estadual, se reconhece a existência e condição legal deste município pela lei de nº 7.114 de 29/09/1968, pela qual são definidos seus limites intermunicipais e seu respectivo distrito anexo Santo Antônio, hoje também município independente.

Na bandeira de Goianira, as armas municipais remetem aos símbolos representativos das atividades agropecuárias e viveiristas – origem da vocação econômica deste povoado, criada em brasão no ano de 1966, por Dona Wandair Costa, Antônio Luiz de Moraes e Gerson Bento da Costa, quando de sua primeira Gestão como prefeito (1966-1970).

Contudo, esta nonagenária cidade tem constituído este mosaico social, econômico, político e cultural que hoje tem no seu maior desafio conjugar sua memória histórica com os progressos do XXI. Para tanto, configura a cultua como uma das principais vertentes do exercício à cidadania, uma vez que permite a (re) construção coletiva da identidade cultural deste jovem município localizado no centro oeste goiano, o qual detém um dos mais expressivos crescimentos demográficos nos últimos anos.